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Atacante natural de Pirapora, se destaca no futebol italiano

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Arquivo pessoal

Único brasileiro na equipe italiana, Murilo Mendes tem sido um dos nomes fortes do time italiano

GE/InterTV

Murilo Mendes, 22 anos, joga no Livorno, segundo colocado do grupo A na disputa da série C italiana; atleta é um dos destaques do time, que busca retomar crescimento

Murilo Mendes, de 22 anos, atleta, natural de Pirapora, no Norte de Minas, tem sido destaque na Itália, onde defende as cores do Livorno, tradicional equipe região da Toscana, fundada em 1915. O atleta já está na Europa há seis anos, tendo experiência ainda em Portugal.

– Cheguei na Itália com 16 anos, passando pelas categorias de base do Napoli , logo depois indo para o profissional do Livorno, onde me emprestaram para o Olhanense, de Portugal; fiquei por três anos, fazendo um ano de série A e dois de série B. Desde a temporada passada retornei ao Livorno.

– Ano passado já tinha feito uma boa temporada fazendo 6 gols no campeonato, e na janela de transferência deste ano tive a oportunidade de ir para série B , mas abracei o projeto do Livorno de vencer o campeonato esse ano. Espero fazer mais alguns gols para ajudar a equipe a conquistar esse objetivo, afirma o atleta.

História e mais desafios

O começo desta história com a bola nos pés foi aos sete anos, com influência do pai, José Mendes, e da mãe Eliane Kênia.

– Desde pequeno sempre tive o desejo de ser Jogador de futebol, nunca pensei em outra profissão. Tudo começou através do meu pai, que me levava para ver seus jogos, e com a minha mãe, que sempre me incentivava; ali nasceu meu amor pelo futebol. Logo passei para o futsal, aos sete anos na escolinha do professor Jorge Abacate, em Pirapora, minha cidade natal. Nos gramados comecei no Cassemiro de Abreu, em Montes Claros, com os treinadores Maurílio e Junior.

Bem estabilizado na Itália, Murilo conta que superou rapidamente algumas dificuldades iniciais na adaptação na Europa.

– Minha experiência internacional tem sido muito boa. A dificuldade maior no início foi o frio e a língua, mas com o tempo fui aprendendo a língua e me adaptando ao frio. E com certeza a saudade de casa, que com o tempo vamos tentando trazer um pouquinho do Brasil pra cá, pra diminuir a saudade. Já me adaptei ao estilo de jogo aqui de fora, com o clima, com a língua e costumes. Podemos dizer que sou quase um cidadão “europeu” (risos). Mas, um europeu que come arroz e feijão todos os dias, não mudei meus costumes e jeitos brasileiros.

Fundado por trabalhadores portuários, o clube carrega desde sua fundação a fama de sua torcida; a cidade é um símbolo da resistência ao regime fascista de Benito Mussolini, o influenciou na fundação dos clubes. Por isso mantém rivalidade ideológica com outros clubes, como a Lazio.

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